Poema fúnebre (Dantas de Sousa) - poema

Quando a morte vier,
desejo-te ao meu lado,
cantando a canção
que marcou nosso amor.

Que seja em início de noite,
em quarto mal iluminado,
com brisa pela janela,
somente nós dois.

E agarrarei às suas mãos
e lhe perpetuarei o beijo
e fecharei meus olhos
e inclinarei a cabeça
para pedir perdão à vida.

JN. Dantas de Sousa

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