Nem todo assunto serve para uma crônica.
Segundo escritores e jornalistas, esse texto narrativo é o mais popular no
mundo. Para leitores, a crônica é agradável de ser lida. Por isso, chamo a
atenção do amigo leitor para esta crônica.
Levantei-me da cama e olhei para o calendário:
14 de abril. Após o café da manhã, abri o computador. Na pesquisa, escrevi: 14
de abril. Antes de abrir o link, pouco de dúvida se despertou em mim: o porquê,
para quê esse assunto: 14 de abril.
Ao estar na página 14 de abril, entre outras
informações, como Dia da Educação Inclusiva; Santo do Dia: Santa Ludovina,
padroeira dos doentes crônicos... E por fim lá estava: 14 de abril - o dia da
celebração de uma das bebidas mais consumidas no mundo.
14 de abril - logo chamei à funcionária de
casa, que é viciada na bebida mais popular do mundo. Ela leu na tela do
computador a bebida homenageada no dia 14 de abril. De dedo indicador apontado
para a tela, ajuntou: - Eu nunca soube que café tinha um dia pra festejar ele,
como Dia da Mãe, do pai, do professor... Nunca mais vou esquecer o dia do Café.
Após Priscila preparar o café na cafeteira e
pô-lo na mesa da cozinha, eu, minha mulher Malu e Priscila elogiamos o “café” de
nossa casa. Bebemos e festejamos. Pois café tem seu dia.
Como de costume, Malu encontrou no Novo
Juazeiro, bairro de Juazeiro do Norte, o café que tanto eu desejava saboreá-lo,
“atingir” o blend. Ao morar em São Paulo, capital, comprava-o e degustava-o.
Até tinha a mania de botar na geladeira e o bebia frio - que sabor!
Por isso, no dia do Café - hoje me
esbaldo de prazer ao sorver-me do maravilhoso “Café árabe” - semente arábica,
torrada no instante da compra no Grão Juá, em frente à igreja Menino Jesus de
Praga.
Feliz 14 de abril. Feliz Dia do Café. Feliz por ser eu um cafeólatra!
*Observação: Café arábica, ou árabe, é caracterizado por sabor mais suave, adocicado e aromático, com maior acidez e menos cafeína. Considerado superior ao "café normal" ou comercial.
JN.
Dantas de Sousa
